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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Brasileira que vendeu sua virgindade perdeu o seu comprador por ter sido rude

  • Fonte: Reprodução / Huffington Post
A brasileira Catarina Migliorini ficou famosa depois de leiloar sua virgindade para um documentário. Depois de receber o pagamento de R$ 1,5 milhão (US$ 780 mil), pagos pelo japonês Natsu, a moça afirmou ter se arrependido do leilão e não consumou o ato. O diretor do filme, Justin Sisely, afirma agora que a história não é exatamente como Catarina contou. Agora, com o lançamento iminente de “Virgins Wanted”, uma nova versão do caso, na qual o japonês recusou a moça, está sendo divulgada pela equipe de produção do longa.
Para o diretor australiano, o japonês esperava encontrar uma virgem idealizada: doce, meiga e ingênua. Não foi o que ele encontrou: “Catarina foi rude com ele e só falava na forma de pagamento. Ele não achou que ela valia o dinheiro. Natsu não gostou da atitude dela. Ele já tinha organizado um cheque administrativo, mas ela insistia em dinheiro vivo. O homem é um bilionário; poderia ter a garota que quisesse. Catarina não foi nada agradável e ele desistiu. Cada um tem o que merece”, afirmou Sisely.
Para o diretor australiano, se a Catarina estivesse menos preocupada com sua imagem ou com a discussão dos detalhes de como a noite aconteceria, o resultado teria sido melhor para ela. Sisely e a brasileira não tiveram nenhuma conversa desde o encerramento das filmagens, em dezembro de 2012. “Catarina ficou revoltada porque as coisas não terminaram bem para ela e acho que me culpa por isso. Ela perdeu tudo pelo que trabalhou, mas para mim não faz diferença. Ela determinou seu próprio destino”, analisou o diretor.
O outro jovem protagonista do documentário, o russo Alex Stepanov, teve sua primeira vez aos 23 anos com a vencedora do leilão. O diretor diz estar muito feliz com o resultado do filme e espera lançá-lo mundialmente nos cinemas. “É um reality-show sem nenhum roteiro, nada armado. Apenas seguimos os acontecimentos. Os conservadores vão considerar um mau exemplo, mas a maioria vai achar divertido, às vezes até engraçado”, conclui o diretor.
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