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sábado, 11 de julho de 2015

Ladeira abaixo

Não é novidade para ninguém que a popularidade de Dilma Rousseff na Câmara não é lá essas coisas – as sucessivas derrotas de projetos do seu interesse reforçam a percepção. Mas o problema para Dilma é que sua rejeição entre os deputados não para de crescer.
De acordo com uma pesquisa inédita da consultoria Arko Advice, feita há duas semanas com cem deputados de 23 partidos (respeitando o princípio da proporcionalidade), 68% dos ouvidos desaprovam o modo como Dilma governa. É o pior resultado desde o início do ano, quando a Arko iniciou o levantamento mensal.
Entre junho e julho, subiu de 46% para 55% o percentual dos deputados que consideraram a política econômica do governo como ruim ou péssima. É o pior índice registrado na série histórica da pesquisa.
Mais: de zero a dez, os palamentares cravaram um três como nota para o seu governo – também a pior de 2015.  (Lauro Jardim - Veja Online)








11/07

2015

Itália: Dilma diz que veta aumento do Judiciário

A presidente Dilma Rousseff afirmou neste sábado em Milão(11) que o objetivo do governo é "manter a meta" de superávit primário, hoje de 1,1% do PIB, mas disse que ainda não tem uma decisão final sobre o assunto. “Nosso objetivo é manter a meta. É isso que nós queremos. O Planejamento não está ainda colocando isso [uma eventual redução] de maneira nenhuma. A nossa decisão é manter a meta. Agora, a gente avalia sempre e vamos fazer todos os esforços para manter a meta”, disse a presidente durante visita ao pavilhão brasileiro na Expo Milão.
Dilma afirmou que o Brasil "precisa fazer um grande esforço para voltar a crescer" e, por isso, sinalizou mais uma vez que deve vetar o aumento dos salários dos servidores do Judiciário, aprovado pelo Congresso.
"É impossível o Brasil sustentar um reajuste daquelas proporções. Nem em momentos de grande crescimento se consegue garantir reajustes de 70%, muito menos no momento em que o Brasil precisa fazer grande esforço para voltar a crescer", disse.
Para tratar do reajuste no Judiciário, Dilma se encontrou com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, na terça-feira (7), durante escala que fez em Portugal antes de seguir para a Rússia. Segundo Dilma, o ministro "pleiteia que não haja veto", mas a medida é "impraticável".
Questionada sobre a situação do governo no Congresso, Dilma disse que não vê as derrotas como "rebeliões" contra o Planalto. "Eu não chamo de rebelião votação no Congresso. Há divergências, a gente perde umas e ganha outras", disse. "Se a gente for fazer um balanço, nós mais ganhamos do que perdemos", completou.



11/07

2015

PF questiona voo de Lula para inaugurar usina

Um fato aparentemente corriqueiro, um pedido do cerimonial do Palácio para que um grupo de seis pessoas, incluindo três senadores, fosse transportado pela Camargo Corrêa aos canteiros de construção da usina de Jirau, em Rondônia, seria o novo indício de proximidade entre o ex-presidente Lula e uma das empreiteiras investigadas na Lava Jato: a Camargo Correia.
O pedido ocorreu em 2009. Naquele ano, no dia 9 de março, uma mensagem foi enviada às 22h53 por Antonio Carlos Portugal a outros seis executivos da Camargo Corrêa. Portugal relatava o pedido do cerimonial do Planalto para que fossem também levados a Jirau personagens como os senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Fátima Cleide (PT-RO) e Expedito Júnior (PR-RO).
Segundo informam os jornalistas Fausto Macedo, Ricardo Brandt e Julia Affonso,  o e-mail é indício das relações próximas entre a empreiteira e o ex-presidente Lula.
Procurado, Instituto Lula divulgou a seguinte resposta:
O Instituto Lula informou que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi transportado no helicóptero da presidência e fez um sobrevôo das obras (de Jirau). A atividade constou da agenda oficial, foi acompanhada pela imprensa e divulgada.
A viagem, destacou o Instituto, foi para o lançamento da pedra fundamental da construção da usina de Jirau.
O Instituto informou que desconhece tanto o pedido quanto se o helicóptero foi disponibilizado.

Sobre indagação se é normal o fato de o então chefe do cerimonial de Lula ter solicitado um meio de transporte para seis pessoas que teriam sido convidadas do presidente, o Instituto Lula sugeriu que a pergunta fosse encaminada ao próprio chefe do cerimonial na época.
 (Leia aqui a reportagem do Estadão na íntegra),

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