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Os médicos de Darwin | |||
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Em grande parte dos ambientes, incluindo a Amazônia, meio médico é preferível a médico nenhum.
HÉLIO SCHWARTSMANN *
Vou um pouco mais longe e afirmo que, sem uma estrutura sanitária adequada, os cubanos poderão fazer muito pouco. E é neste 'pouco' que está a chave do problema. Os profissionais brasileiros têm milhões de motivos legítimos para não querer ir para a Amazônia. A lista inclui desde as más condições de trabalho até a inexistência de boas escolas para colocar seus filhos, passando pela malária e os desmandos dos políticos locais. Mas, entre não ir e fazer lobby para impedir que alguém vá, existe um abismo. Em medicina como na matemática, quase sempre algo é melhor do que nada. Embora criacionistas gostem de afirmar que meio olho ou meia asa são totalmente inúteis, as evidências mostram que não é bem assim. Mesmo sem ser plenamente funcional, uma protoasa já ajudaria seu dono a planar e pode fazer com que ele não se machuque tanto numa eventual queda. Antes de enxergar, o olho pode servir como sensor de calor e movimento. 'Natura non facit saltus' (a natureza não dá saltos), já asseveravam Aristóteles, Newton e Leibniz. Em grande parte dos ambientes, incluindo a Amazônia, meio médico é preferível a médico nenhum. (* Folha de S.Paulo) |
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| Escrito por Magno Martins, às 01h00 |
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segunda-feira, 10 de junho de 2013
Os médicos de Darwin
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