|
Da Folha de S. Paulo - João Carlos Magalhães
Entrevista
A opinião é de José Wellington Bezerra da Costa, 78, reeleito anteontem presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, principal entidade da maior denominação evangélica do país, da qual Feliciano faz parte. 'Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. Bobo ele não é', afirma Wellington, lembrando, no entanto, que a entidade dá 'respaldo' para o deputado --que antes da polêmica era pouco conhecido fora dos círculos evangélicos. Wellington é presidente da Convenção há 25 anos. Nesse período, a Assembleia se consolidou como uma potência religiosa (12,3 milhões de fiéis) e política (28 deputados federais). 'Somos bastante assediados [por políticos]', diz o pastor, que apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff: 'A candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição'. Leia a entrevista no link abaixo. Leia aqui |
|||||||||||
| Escrito por Magno Martins, às 11h00 | |||||||||||
|
|
Malafaia: Eduardo dará trabalho, muito trabalho ao PT | ||||||||||
''Se o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), queria impressionar o pastor Silas Malafaia, conseguiu. Campos, provável candidato a presidente da República, encontrou-se com Malafaia em um hotel da Zona Oeste do Rio. “O governador diz coisas boas e coisas ruins do governo atual. Fala da combinação de 1% de crescimento com 6% inflação. Eduardo Campos vai dar trabalho, muito trabalho ao PT”, diz Malafaia. O religioso diz que não houve acordo sobre a eleição de 2014. “Ele não veio me pedir apoio. Quis me conhecer e eu queria conhecê-lo também”, afirma o pastor.'' |
|||||||||||
| Escrito por Magno Martins, às 10h20 | |||||||||||
|
|
Repercussão negativa detona festança para ministro | ||||||||||
''Estamos cancelando a pedido do ministro'', disse Bermudes na noite de ontem. A divulgação do jantar pela Folha causou constrangimento no Supremo. Nos bastidores, ministros criticaram a festa, para a qual foram disparados 300 convites. (Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo) Clique aí e leia na integra Ministro Luiz Fux cancela jantar bancado por advogado |
|||||||||||
| Escrito por Magno Martins, às 09h40 | |||||||||||
|
|
Sertão: Eduardo visita e inaugura obras | ||||||||||
Do Diario de Pernambuco - Glauce Gouveia
O
governador Eduardo Campos e o ministro da Integração Nacional, Fernando
Bezerra Coelho, inauguraram ontem, em Carnaíba, a fábrica de cimento
Pajeú, dirigida pelo empresário Francisco Petribu, que vai gerar 70
empregos diretos inicialmente, e visitaram as instalações da unidade da
Confecções Invesa, que estava fechada há dez anos por causa de dívidas
no valor de R$ 4 milhões com o Banco do Nordeste. As dívidas foram
renegociadas e hoje a fábrica emprega 60 pessoas, devendo chegar a gerar
400 empregos diretos. Ambas contaram com incentivos fiscais do Prodepe
(95% de crédito presumido do ICMS).
O governador Eduardo Campos disse que as inaugurações refletiam a política de descentralização dos investimentos no estado. “Como disse há pouco o ministro Fernando Bezerra, vimos exatamente isso desde a partida de nosso governo, quando mostrávamos de maneira clara a concentração de economia dentro da Região Metropolitana do Recife. Chamávamos a atenção sempre de que Nordeste tem um grande desafio. Temos 28% da população e só 13,5% das riquezas e da economia”. |
|||||||||||
| Escrito por Magno Martins, às 09h00 | |||||||||||
|
|
Coluna do sabadão | ||||||||||
Um general sem tropa
O
alinhamento automático do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao
governador Eduardo Campos foi tão surpreendente e incompreensível que
ainda hoje, quase um ano após, provoca os mais suspeitos e insuspeitos
comentários.
Por
que os políticos fazem alianças com adversários históricos? Em troca de
alguma coisa. Isso é elementar! A rádio dos corredores das Princesas já
matou a charada: Jarbas quer se reeleger senador e precisa do apoio de
Eduardo.
Aliás,
o recente cozido em sua casa de praia, no Janga, atraindo
personalidades de múltiplas facetas, que não se viam há tanto tempo, se
traduziu no lançamento da sua candidatura à reeleição. Esta foi a
impressão que ficou na cabeça dos comensais, de direita, esquerda e
centro, que participaram da pajelança.
Jarbas
está certíssimo, não se faz política de forma isolada, sem grupos.
Resta saber, entretanto, se o governador está de fato disposto a
reelegê-lo! Prefeito do Recife, governador por dois mandatos, Jarbas já
foi um general, mas quando aderiu ao governo não levou a sua tropa
junto.
Beijou
a mão de Eduardo apenas com o testemunho e o beijo adesista do seu fiel
escudeiro Raul Henry. Por isso, a adesão pareceu um gesto pessoal e
isolado. Sabe Jarbas que general nunca perde a patente.
Não
teria sido mais inteligente e compreensível politicamente se, na
travessia para a base eduardista, o senador tivesse levado o seu
diminuto exército junto, como Marco Maciel e o grupo Mendonça, com quem
dividiu o poder por oito anos?
Mas
preferiu ignorar velhos aliados. Fiel, candidato em sua chapa para o
Senado, Marco Maciel sequer foi consultado. Muito menos Mendonça Filho.
Teoricamente, se tivesse levado o grupo que o acompanhou e com quem
dividiu os louros do poder no Estado, a ruptura teria sido melhor
assimilada pela opinião pública.
Afinal,
o discurso da adesão foi sustentado em cima da unidade política do
Estado em favor do projeto do governador de disputar a Presidência da
República.
Maciel
e Mendonça certamente virão, mas se Jarbas tivesse agido no coletivo e
não no individualismo, ambos teriam aderidos juntos. E Jarbas teria o
discurso na ponta da língua de que o general não chegou sozinho, mas com
o seu exército.
RUMO DO PPS–
Aliados do pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, já não
contam mais com o apoio do PPS, controlado com mão de ferro pelo
deputado Roberto Freire (SP). Acham que os pós-comunistas devem aderir
ao palanque de Eduardo Campos, mas avaliam que se isso vier de fato a se
concretizar será muito bom, porque se o socialista não romper o
isolamento dentro do seu próprio partido pode desistir, o que levaria
Dilma a ganhar no primeiro turno.
O alarmista -
Obras paradas - Na
maratona que cumpre no Sertão desde ontem, o senador Armando Monteiro
(PTB), pré-candidato a governador, tem ouvido reclamações de
paralisações de obras ou redução dos seus níveis. Um dos exemplos é o
projeto da Transnordestina. Em Arcoverde, por onde o senador começou a
agenda, ouviu queixas de que as obras do viaduto da ferrovia estão em
ritmo tartaruga.
Divisão trabalhista - A
bancada do PTB no Senado está dividida. Enquanto Armando Monteiro Neto
fechou com a candidatura de Eduardo Campos a presidente, Gim Argelo, do
Distrito Federal, defende o apoio à reeleição da presidente Dilma e o
líder na Casa, Jovair Arantes, de Goiás, não abre mão de levar o partido
para o palanque de Aécio Neves.
Longe do PSB -
CURTAS
O ESPIÃO – Aliados
do vereador Pastor Edmilson, da bancada do PV na Câmara de Jaboatão,
confirmam suas ligações com a ABIN – Agência Brasileira de Inteligência.
Ressaltam que ele é agente da Polícia Federal e está cotado para
assumir a pasta da Defesa no Governo Elias, tão logo se aposente.
ALÔ, PETROLINA!–
Hoje, estarei em Petrolina para participar de seminário sobre
planejamento estratégico da Previdência Social. Ao lado do jornalista
Sidney Resende, âncora da Globo News, falarei
sobre as implicações das eleições no rumo da Previdência. O evento
começa logo cedo, às nove horas, no Petrolina Pálace.
Perguntar não ofende: Qual vai ser o novo chilique de Dilma em relação a Eduardo?
'O resgate da vida de cada um são as suas riquezas, mas o pobre não ouve ameaças'. (Provérbios 13:8)
|
|||||||||||
| Escrito por Magno Martins, às 06h00 | |||||||||||
|
|
''Estamos exercendo nossos direitos'', diz Eduardo | |||
| Da Folha de Pernambuco - Jumariana Oliveira Questionado sobre quem poderia fazer mais pelo Brasil, o governador se esquivou, dizendo que não cabe a ele julgar o mérito da própria legenda. “Não queremos julgar a nós mesmos, o que nós estamos fazendo é difundindo as ideias do PSB em áreas estratégicas, como tratamos da questão da Educação, da Segurança Pública, como fazemos e aonde fazemos. Este é o objetivo das inserções do PSB no Brasil inteiro nesse momento”, colocou. |
||||
| Escrito por Magno Martins, às 05h54 |

Nenhum comentário:
Postar um comentário