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segunda-feira, 15 de abril de 2013

Da Folha de S. Paulo - João Carlos Magalhães

Da Folha de S. Paulo - João Carlos Magalhães
Entrevista
O pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP) 'está querendo tirar proveito' da onda de protestos para que ele deixe a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
A opinião é de José Wellington Bezerra da Costa, 78, reeleito anteontem presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, principal entidade da maior denominação evangélica do país, da qual Feliciano faz parte.
'Ele é político, está querendo tirar proveito desse troço. Ele está dando corda na coisa. Bobo ele não é', afirma Wellington, lembrando, no entanto, que a entidade dá 'respaldo' para o deputado --que antes da polêmica era pouco conhecido fora dos círculos evangélicos.
Wellington é presidente da Convenção há 25 anos. Nesse período, a Assembleia se consolidou como uma potência religiosa (12,3 milhões de fiéis) e política (28 deputados federais).
'Somos bastante assediados [por políticos]', diz o pastor, que apoia a reeleição da presidente Dilma Rousseff: 'A candidatura dela é uma nomeação, não precisa nem ir para a eleição'.
Leia a entrevista no link abaixo.
Leia aqui
  Escrito por Magno Martins, às 11h00
 
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13
04/13
Malafaia: Eduardo dará trabalho, muito trabalho ao PT
 O governador Eduardo Campos continuando com seu alto índice de ocupação de espaço na mídia em todo o País, agora em todas as regiões, com incursões da norte a sul. Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul, Nordeste, têm figurado no roteiro do governador, com o devido acompanhamento e badalação da imprensa. No noticiário de hoje destaca-se nota na revista Época, assinada por Felipe Patury:
''Se o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), queria impressionar o pastor Silas Malafaia, conseguiu. Campos, provável candidato a presidente da República, encontrou-se com Malafaia em um hotel da Zona Oeste do Rio. “O governador diz coisas boas e coisas ruins do governo atual. Fala da combinação de 1% de crescimento com 6% inflação. Eduardo Campos vai dar trabalho, muito trabalho ao PT”, diz Malafaia. O religioso diz que não houve acordo sobre a eleição de 2014. “Ele não veio me pedir apoio. Quis me conhecer e eu queria conhecê-lo também”, afirma o pastor.''
  Escrito por Magno Martins, às 10h20
 
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04/13
Repercussão negativa detona festança para ministro
 O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ontem ao advogado Sergio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado. Segundo relato do advogado, Fux informou que sua mãe, Lucy, de 78 anos, teve uma crise de hipertensão com a repercussão negativa da celebração, o que teria preocupado o ministro. O organizador da festa, marcada para o dia 26, queria reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Rio de Janeiro em seu apartamento de 800 metros quadrados, na zona sul do Rio. O evento celebraria os 60 anos de Fux.
''Estamos cancelando a pedido do ministro'', disse Bermudes na noite de ontem. A divulgação do jantar pela Folha causou constrangimento no Supremo. Nos bastidores, ministros criticaram a festa, para a qual foram disparados 300 convites.  (Mônica Bergamo - Folha de S.Paulo)
Clique aí e leia na integra  Ministro Luiz Fux cancela jantar bancado por advogado
  Escrito por Magno Martins, às 09h40
 
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04/13
Sertão: Eduardo visita e inaugura obras
Governador visitou
instalações da fábrica
de confecções Invesa,
que estava fechada
há dez anos (FOTOS: BLENDA SOUTO MAIOR/DP/D.A PRESS)
 A Invesa, visitada ontem por Eduardo estava fechada há dez anos
 
Do Diario de Pernambuco - Glauce Gouveia
 
O governador Eduardo Campos e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, inauguraram ontem, em Carnaíba, a fábrica de cimento Pajeú, dirigida pelo empresário Francisco Petribu, que vai gerar 70 empregos diretos inicialmente, e visitaram as instalações da unidade da Confecções Invesa, que estava fechada há dez anos por causa de dívidas no valor de R$ 4 milhões com o Banco do Nordeste. As dívidas foram renegociadas e hoje a fábrica emprega 60 pessoas, devendo chegar a gerar 400 empregos diretos. Ambas contaram com incentivos fiscais do Prodepe (95% de crédito presumido do ICMS).

O governador Eduardo Campos disse que as inaugurações refletiam a política de descentralização dos investimentos no estado. “Como disse há pouco o ministro Fernando Bezerra, vimos exatamente isso desde a partida de nosso governo, quando mostrávamos de maneira clara a concentração de economia dentro da Região Metropolitana do Recife. Chamávamos a atenção sempre de que Nordeste tem um grande desafio. Temos 28% da população e só 13,5% das riquezas e da economia”.
  Escrito por Magno Martins, às 09h00
 
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04/13
Coluna do sabadão
         Um general sem tropa
O alinhamento automático do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao governador Eduardo Campos foi tão surpreendente e incompreensível que ainda hoje, quase um ano após, provoca os mais suspeitos e insuspeitos comentários.
Por que os políticos fazem alianças com adversários históricos? Em troca de alguma coisa. Isso é elementar! A rádio dos corredores das Princesas já matou a charada: Jarbas quer se reeleger senador e precisa do apoio de Eduardo.
Aliás, o recente cozido em sua casa de praia, no Janga, atraindo personalidades de múltiplas facetas, que não se viam há tanto tempo, se traduziu no lançamento da sua candidatura à reeleição. Esta foi a impressão que ficou na cabeça dos comensais, de direita, esquerda e centro, que participaram da pajelança.
Jarbas está certíssimo, não se faz política de forma isolada, sem grupos. Resta saber, entretanto, se o governador está de fato disposto a reelegê-lo! Prefeito do Recife, governador por dois mandatos, Jarbas já foi um general, mas quando aderiu ao governo não levou a sua tropa junto.
Beijou a mão de Eduardo apenas com o testemunho e o beijo adesista do seu fiel escudeiro Raul Henry. Por isso, a adesão pareceu um gesto pessoal e isolado. Sabe Jarbas que general nunca perde a patente.
Não teria sido mais inteligente e compreensível politicamente se, na travessia para a base eduardista, o senador tivesse levado o seu diminuto exército junto, como Marco Maciel e o grupo Mendonça, com quem dividiu o poder por oito anos?
Mas preferiu ignorar velhos aliados. Fiel, candidato em sua chapa para o Senado, Marco Maciel sequer foi consultado. Muito menos Mendonça Filho. Teoricamente, se tivesse levado o grupo que o acompanhou e com quem dividiu os louros do poder no Estado, a ruptura teria sido melhor assimilada pela opinião pública.
Afinal, o discurso da adesão foi sustentado em cima da unidade política do Estado em favor do projeto do governador de disputar a Presidência da República.
Maciel e Mendonça certamente virão, mas se Jarbas tivesse agido no coletivo e não no individualismo, ambos teriam aderidos juntos. E Jarbas teria o discurso na ponta da língua de que o general não chegou sozinho, mas com o seu exército.
RUMO DO PPS– Aliados do pré-candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, já não contam mais com o apoio do PPS, controlado com mão de ferro pelo deputado Roberto Freire (SP). Acham que os pós-comunistas devem aderir ao palanque de Eduardo Campos, mas avaliam que se isso vier de fato a se concretizar será muito bom, porque se o socialista não romper o isolamento dentro do seu próprio partido pode desistir, o que levaria Dilma a ganhar no primeiro turno.
O alarmista - Deu, ontem, no O Globo (Ilimar Franco): “A presidente Dilma está irritada com as opiniões do governador Eduardo Campos sobre economia. Avalia que o socialista estimula o “pânico” ao declarar que a economia está desandando e que os empregos estão ameaçados”.

Obras paradas - Na maratona que cumpre no Sertão desde ontem, o senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato a governador, tem ouvido reclamações de paralisações de obras ou redução dos seus níveis. Um dos exemplos é o projeto da Transnordestina. Em Arcoverde, por onde o senador começou a agenda, ouviu queixas de que as obras do viaduto da ferrovia estão em ritmo tartaruga.
Divisão trabalhista - A bancada do PTB no Senado está dividida. Enquanto Armando Monteiro Neto fechou com a candidatura de Eduardo Campos a presidente, Gim Argelo, do Distrito Federal, defende o apoio à reeleição da presidente Dilma e o líder na Casa, Jovair Arantes, de Goiás, não abre mão de levar o partido para o palanque de Aécio Neves.
Longe do PSB - O senador Humberto Costa contraria o deputado Sérgio Leite em Paulista. Candidato a prefeito derrotado por Júnior Matuto (foto), Leite quer o PT apoiando o governo do socialista, enquanto Humberto tem orientado o diretório municipal a fazer oposição. Quem vai ganhar a queda de braço? Pelo visto, Humberto não tolera mais a convivência com o PSB.

CURTAS
O ESPIÃO – Aliados do vereador Pastor Edmilson, da bancada do PV na Câmara de Jaboatão, confirmam suas ligações com a ABIN – Agência Brasileira de Inteligência. Ressaltam que ele é agente da Polícia Federal e está cotado para assumir a pasta da Defesa no Governo Elias, tão logo se aposente.
ALÔ, PETROLINA!– Hoje, estarei em Petrolina para participar de seminário sobre planejamento estratégico da Previdência Social. Ao lado do jornalista Sidney Resende, âncora da Globo News,  falarei sobre as implicações das eleições no rumo da Previdência. O evento começa logo cedo, às nove horas, no Petrolina Pálace.
Perguntar não ofende: Qual vai ser o novo chilique de Dilma em relação a Eduardo?
'O resgate da vida de cada um são as suas riquezas, mas o pobre não ouve ameaças'. (Provérbios 13:8)
  Escrito por Magno Martins, às 06h00
 
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04/13
''Estamos exercendo nossos direitos'', diz Eduardo
Da Folha de Pernambuco - Jumariana Oliveira
 Um dia após a veiculação das primeiras inserções do PSB, o governador e presidente nacional da legenda, Eduardo Campos, afirmou que o partido está no direito de divulgar suas ideias. As propagandas, divulgadas desde a última quinta-feira, procuraram abordar as fragilidades do Governo Dilma Rousseff (PT), focando sempre no discurso de que é possível fazer mais. “Estamos exercendo um direito que nos faculta a Lei brasileira, mostrando o que o PSB tem feito de diferente, daquilo que chama atenção pela qualidade da gestão em diversas áreas, mostrando o pensamento do PSB”, declarou.

Questionado sobre quem poderia fazer mais pelo Brasil, o governador se esquivou, dizendo que não cabe a ele julgar o mérito da própria legenda. “Não queremos julgar a nós mesmos, o que nós estamos fazendo é difundindo as ideias do PSB em áreas estratégicas, como tratamos da questão da Educação, da Segurança Pública, como fazemos e aonde fazemos. Este é o objetivo das inserções do PSB no Brasil inteiro nesse momento”, colocou.
  Escrito por Magno Martins, às 05h54

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